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Mulheres reclusas recebem atenção preventiva ao HIV e câncer de mama

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Ações foram oferecidas na Penitenciária Feminina Sant’Ana e no Centro de Progressão Penitenciária de São Miguel Paulista.

 

A saúde de reeducandas custodiadas em estabelecimentos penais da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Metropolitana de São Paulo (Coremetro) tem sido foco de ações. Com a realização de testes rápidos e outros exames, em parceria com órgãos da área, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) tem visado o atendimento preventivo.

No Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de São Miguel Paulista, com apoio da Unidade Básica de Saúde (UBS) local, custodiadas realizaram testes rápidos de HIV. De acordo com a direção geral do CPP, os exames são sempre disponibilizados à população prisional e, em época de campanha, ganham uma abordagem intensificada.

“Ações como essa são de extrema importância, pois trabalham com a saúde preventiva e não apenas curativa. Outro fator importante é o estabelecimento de vínculo de confiança entre o paciente e a equipe de saúde da unidade prisional, possibilitando acompanhamento regular”, ressaltou a diretora Nívia Seravali.

Nos casos em que a testagem indica resultado positivo para o vírus, as reclusas são encaminhadas para triagem com infectologista do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário. Além do exame para detecção de HIV, também são ofertados no CPP testes de sífilis, Hepatites B e C e coleta de bacilocospia em caso de pacientes com suspeita de tuberculose.

Buscando diagnósticos seguros e prévios.

A parceria da SAP com a Secretaria da Justiça e Cidadania, tem permitido que mais de 400 reeducandas e 40 servidoras da Penitenciária Feminina Sant’Ana (PFS) passem por exames de mamografia.

A ação, que começou em julho deste ano, deverá assistir às reclusas até 2022 no Instituto de Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, a partir de iniciativa do Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc). O atendimento é oferecido às mulheres com mais de 40 anos.

Para a diretora de saúde da PFS, Regiane Alves, a medida é valiosa e “coroa todo o esforço empregado em prol de uma execução penal digna”. A reeducanda S.A.R, de 56 anos, já passou pelo atendimento e agradece pelo privilégio de ter recebido essa atenção. “Não tive essa oportunidade lá fora e, graças a Deus, consegui fazer o exame. Fui muito bem tratada e não tenho do que reclamar do atendimento”, reforçou.

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